28 de agosto de 2011

Ah... um gelato!

Na Holanda estava frio, né? Delícia. Mais ainda é ir para na Itália que vive um calor intenso com muito calor e sol. Daqueles que lhe deixam enfadadas ao fim do dia. É exatamente assim que estou nesse domingo (28). Depois de um passeio pela cidade de Pisa, lembrei que ainda não tinha postado sobre os gelatos italianos. Eles dizem  que fazem os melhores sorvetes do mundo. Eu concordo. E o calor colabora.

No calor, andar por Roma, Capri, Florença e Pisa pede um gelato na mão o tempo todo. Em cada esquina a gente quer parar pra pegar um. Meus preferidos foram morango, pistache e frutas do bosque. Tomei sorvete demais, dos piores aos melhores. Não adianta comprar nas banquinhas de rua. A única coisa boa que vendem é água mineral e refrigerante. 

Selecionei duas sorveterias imperdíveis. Uma em Roma e a outra em Capri. A de Roma é a Frigidarium. Pertinho da Piazza Navona, o lugar deixa  até a pessoa mais decidida em dúvida sobre o que pedir. Antes de tudo, os sorvetes são apresentados lindamente, além de cores vibrantes que enchem os olhos. Os preços são a partir de 2 euros.  

 

Em Capri, não deixe  de passar  pelo Il Gelato al Limone. Destaco que os sorvetes de frutas são refrescantes e deliciosos demais. Tanto que a gente só consegue parar de comer quando sai de perto da sorveteria. Eu e minha amiga Simony ficamos sentadas perto de lá e quando vimos já estávamos com outro sorvete na mão. O de morango (fragola) é perfeito. 
 

Frigidarium - Via del Governo Vecchio, 112 00186 Roma - http://www.frigidarium-gelateria.com

Il Gelato al Limone - Piazzetta Fontana, 63, Marina Grande Capri - http://www.ilgelatoallimone.it

25 de agosto de 2011

De onde vem o apelido "chuchu"

Você sabe de onde vem a forma carinhosa de chamar alguém por "chuchu"? Às vezes, utilizamos estas e outras expressões sem ter noção de como surgiram. O curioso - ainda bem - é que esse apelido não tem nada a ver com aquele fruto verde e e sem gosto. 

Antes da twitcam que vocês acompanharam no último post, o chef Sergio Veloso contou uma das explicações para este apelido. Segundo ele, a massa que se usa para fazer éclairs (bomba), carolina, profiteroles, chouquette chama-se "patê à choux". 
profiteroles do Chez Patrick

A tradução literal para "choux" é repolho, por causa do formato dela após assada em forma circular. Essa massa já tem mais de 200 anos de evolução, mas teve outros nomes em versões anteriores.

O que acontece é que é uma massa muito leve e delicada. Então, é comum ver na cozinha os chefs "pasteleiros" chamando carinhosamente (nos raros momentos de calma... heheheh...) as mulheres da cozinha de "ma choux", "ma petit choux" e, como variação disso choux-choux, "ma choux-choux". Na França é escrito também sem o "x" no final, forma mais popular diria: ""Au revoir ma chou". Daí vem o termo carinhoso "choux-choux". "Sou obrigado a concordar que essa origem das cozinhas de patîsserie faz muito mais sentido, tem uma conotação mais positiva. Cá entre nós, o chuchu não é campeão de sabor", diz Sergio.

E você já chamou alguém de "chuchu"? Então já pode contar com propriedade a origem do apelido carinhoso.

24 de agosto de 2011

Deliciosas Letras ao vivo de Londres

Não foi no domingo, mas na última terça-feira (23) deu certo a gente fazer a edição online do Deliciosas Letras. Foi uma conversa muito legal com chef Sergio Veloso (formado pela Cordon Bleu) e com a Mônica Claudino (que está na primeira etapa do curso em Londres). Chegamos a ter 50 pessoas online. Fiquei muito feliz com a participação e audiência. Confiram uma parte do bate papo. E podem dizer o que acharam nos comentários, tá? 

Na terceira semana de setembro, estarei na Suíça e vou tentar fazer uma twitcam de lá. Aviso a vocês quando ficar mais próxima.

23 de agosto de 2011

Em Londres


Oi gente! Estou em Londres e nesta terça-feira (23) chuvosa reservei um tempinho para bater um papo com a Mônica Claudino (que está estudando na Cordon Bleu) e o chef Sérgio Veloso. O melhor é que vocês vão poder acompanhar a conversa e ainda fazer perguntas. Será a edição deste mês do Deliciosas Letras, tá?

Então marquem no relógio de vocês 13h, publico o link no Twitter, Facebook, Orkut e por aqui também.

O link do Stream - http://twitcam.livestream.com/69sqg

20 de agosto de 2011

Jantar "leve" em Paris

Se tem um lugar onde me sinto em casa é em Paris. Pois é, voltei!  Quando cheguei à cidade da luz, tive a mesma sensação de estar voltando pra casa depois de uma longa viagem. A cidade não é perfeita, tem seus problemas etc. Mas, me encanta. Cada lugar, rua, monumento ou museu me fazem pensar que estou dentro dos meus sonhos. O melhor? É pura realidade. 

Nessa passagem rápida, aproveitei apenas para levar minha amiga Simony Chaves nos principais pontos. Nem morando aqui você dá conta de conhecer tudo, porém alguns locais são fundamentais. Por isso, comer foi o que menos fiz aqui. 

Depois de um dia no Louvre, passagem por MontMartre e destino final na Notre Dame, decidimos parar e jantar. Como já estávamos bem cansadas - contando com o apoio dos amigos Marcos e Guto -, procuramos por algo no caminho do metrô. Demos de cara com o Les Deux Palais, uma daquelas brasseries bem típicas da cidade.

Eu pedi uma quiche de salmão com salada com maionese (8,80 euros) e para beber, uma taça de Pouilly fuissé A.O.C ( 4,80 euros). A salada estava fresquinha e uma delícia com a maionese. A quiche veio bem quente, a massa era mais molhadinha do que as encontradas em Fortaleza. Confesso que prefiro as que têm a massa mais leve. No entanto, estava muito satisfatória e comi bem feliz porque meu almoço não tinha passado de um frapuccino e um donuts da Starbucks.
 Meus amigos acabaram optando pelas baguetes com presunto ou camembert (4,20 euros - cada). Eu adoro o pão francês. Ele é mais consistente e passa bem longe dos nossos queridos e amados carioquinhas. Simony já acha duro demais e alguns até borrachudos. O interessante desses sanduíches é a simplicidade do recheio. E mesmo só com presunto ou só com queijo é bom.

 As bebidas foram chocolate quente e café. Nada demais.

Les Deux Palais
3, Boulevard do Palais, 75004, Paris - Entre a Notre Dame e a Saint Chappele
Tel: 01.43.54.20.86



Paradinha na Notre Dame

17 de agosto de 2011

Café da Manhã: MonteCarlo

Nesta quinta (18), saio de Zurique e vou para Paris, onde fico até sábado. Domingo (21), chego a Londres, onde encontro a Mônica Claudino e, de lá, vamos fazer uma twitcam, tá? Vou só acertar o horário e aviso para vocês. Não estou postando do tanto que gostaria porque está sendo bem corrido. Além de pagar muito caro para usar internet. Mas, como eu já disse, o Sabores da Cidade é nosso. Além das minhas historinhas, também adoro receber e compartilhar os depoimentos e receitas de vocês nas tags "Fala leitor" ou "Sabor Caseiro". Hoje recebi um post direto de Fortaleza. Confiram!

Por Ticyane Mendonça
Especial para o Sabores da Cidade
Fomos à panificadora MonteCarlo em Fortaleza para comemorar o Dia dos Pais, que foi no último domingo (14). Chegamos com receio de estar muito cheia, mas não... O lugar estava super agradável, e fomos bem recebidos e muito bem atendidos... Ficamos no andar superior, bem mais à vontade para podermos conversar já que meu pai não mora na cidade.

A MonteCarlo no dia estava funcionando normalmente... Mas o café da manhã estava com um valor único de R$ 18,90 por pessoa. E valeu bastante a pena. Um café completíssimo, além do atendimento muito bom, e ainda curtimos música ao vivo em homenagem aos pais. O meu pai achou perfeito.

Já sou cliente e adoro os doces de lá. Tinha uma mesa cheiiinha deles, além de frios, bolos, pães, tortas doces e salgadas das mais diferenciadas, cupcakes, salada de frutas, geleias, chocolates... 
Tapiocas que eram feitas na hora, sucos naturais também, além dos famosos bolos da negona e o sublime. Uma deliiiicia... Comemos bastante e minha dieta quase não suporta.
Bolo Suspiro

Eu (Ticyane Mendonça) minha irmã Thayse Mendonça, o meu irmão Thyago Mendonça e meu pai Alberto Mendonça e nota 10 pra MONTE CARLO na Av Sen. Virgílio Távora.

Amei a ideia de fazer parte do blog...

Beijos flor e curta bastante essas férias incríveis.... 

15 de agosto de 2011

Pizza em Roma

Pois então! Impossível passar pela Itália sem comer pizza, né? O mais interessante é ouvir de outros brasileiros que a nossa pizza é melhor e "isso e aquilo". Servida de forma diferente (pouco maior que um prato normal por pessoa), as redondas italianas são simples e, para mim, deliciosas. Tivemos a sorte de encontrar perto da Piazza Navona, uma pizzaria bem calma com mesinhas na calçada mesmo, toalhas quadriculadas e uma pizza ótima: Da Pasquino.

Na verdade, eu comecei provando uma "bruschetta ao pomodoro" (2 euros). Com uma cobertura de tomate muito bem temperada com azeite, sal e algo mais. O pão ainda contava com uma salada de acompanhamento. Só com  isso já fiquei quase satisfeita. 
Claro que não pedi uma pizza só pra mim. Apesar das férias, estou de dieta (já perdi 3kg). Eu e Simony Chaves dividimos uma Diavola (Tomate, mozzarella e salame apimentado) - 9 euros. 
De fato, as pizzas estão entre as opções mais em  conta e com pouca chance de erro. Esta tinha a massa fininha, crocante apenas na borda, molho de tomate na medida, queijo e essa maravilha de salame. 
Como estava calor demais e a gente já tinha andado o dia todo, acabei nem bebendo vinho. A coca cola gelada foi a companhia perfeita. Detalhe: não comemos a pizza toda. Levamos a metade para comer mais tarde. No final, a conta deu 18 euros. Guardamos espaço para mais um sorvete (tema do próximo post se Deus quiser e o próximo hotel colaborar com uma boa internet).

Da Pasquino - Via del Governo Vecchio, 79. Ao sair da Piazza Navona, vire à direita e dê alguns passos. 

11 de agosto de 2011

As batatas de Amsterdam

Um dos lugares que eu sempre quis conhecer era Amsterdam. A capital e maior cidade da Holanda é encantadora e nos faz voltar no tempo. O clima estava bem louco quando passamos por lá. Em alguns momentos era muito frio,  em outros aquele calor de precisar tirar casacos, lenços..., logo depois chuva e muito vento. Mas, nada foi capaz de impedir a contemplação de tão linda cidade. A começar pela estação central que está em reforma.

Se tem uma coisa que o pessoal daqui gosta é batata. Ao andar pelas ruas - o que fizemos por mais de cinco horas - é impossível não ver uns cones amarelos cheios de batata frita. Estes amarelos são do Manneken Pis, creio que seja o mais popular. Sempre tem fila para comprar. Lá só tem batata frita e bebidas.  
Como nós estávamos num grupo de cinco pessoas, compramos o maior que custa 4,50 euros. Esse monte de batata vem coberto por maionese, catchup e cebola crua (pedi pra não colocar essa última). Elas são um pouco maiores que as palitos, crocantes e faltam não acabar. E olha que as holandesas gostam muito de batata - tanto quanto eu. Mas, nem conseguimos terminar. Não é nada demais: crocantes por fora e macias por dentro e não tem óleo pingando. Vale provar. 
Floortje, Sophi e Fernanda
Depois das batatas, seguimos nosso passeio a pé, passamos pelo bairro da Luz Vermelha, pelos coffeeshops, onde o consumo de drogas leves, como maconha, é permitido, e também é vendido o brownie de haxixe, space cake (feito com maconha). Esses não provei. As batatas (claro que Amsterdam tem muito mais que batatas) foram providenciais devido à caminhada quase sem fim que fizemos até o bairro Jordaan em busca de um restaurante. Mas, este será o tema de um dos próximo posts. 

Espero que tenham gostado.

8 de agosto de 2011

Na Holanda

Vocês sabem que viajar é bom demais. No entanto, a gente morre de andar e chega no fim do dia completamente  esgotada. Por isso, vou postar com menos frequencia por aqui. Aliás, vim só dizer que nesta terça, vou para Amsterdam e espero comer muito bem lá se meu dinheiro permitir e minhas amigas toparem. Nesses últimos dias fui passear por Tilburg, Den Bosch e ainda fui para um Safari. Sendo assim, confesso que não tive nenhuma super experiência gastronômica. Mas, provei coisas bem locais.

Primeiro, o Warm gebaken Kibbeling - 500g - 5,50 euros. Nas diversas cidades holandesas é bastante comum encontrar nas ruas as barraquinhas desse peixe empanado sequinho, servido com molho - que pareceu iogurte e ervas. Muito crocante e com o peixe suculento por dentro até lembra aquelas iscas de peixe na praia, mas é bem melhor por conta dos pedaços maiores. A gente compra a porção e sai comendo no meio da rua mesmo.
Outra coisa bem boa que a gente come por aqui é a Chocolat ball (Bosche bol). Uma das mais conhecidas é a que é feita na confeitaria "Jan de Groot" de Den Bosch. É uma lojinha linda que fica bem perto da estação central da cidade. A bola tem uma massa fina - que lembra profiteroles - coberta por chocolate e recheada com um creme - que não sei dizer ainda o que é, mas parece um chantily mais concentrado.
Outra coisa que os holandeses comem bem muito é o croquete que é recheado com uma carne  que lembra carne seca e um creme que lembra macaxeira. Mas, não é nada disso, claro! O interessante é a massa sequinha. Uma coisa que eles sabem fazer bem aqui é frituras sem deixar o óleo pingando. Tudo muito bom!
Ah! Já aprendi umas palavras em holandês e já consigo pedir café e outras besteirinhas nos locais sem precisar de tradução! Ow eu besta!

Até logo e não deixem de comentar aqui  também!

5 de agosto de 2011

Amsterdam, Tilburg

Foi com esse sorriso, flores do campo e muita alegria que fomos recebidas em Amsterdam. Na bolsa, a Fernanda Mychele ainda levou croissants para gente. Quem não chega feliz com uma recepção dessas? 
 Embora o Sebastian diga que apenas beliscamos algumas coisas, para mim, sopa, pão, queijo, patê e saladas dão um jantar e tanto.
 O que para os holandeses é apenas uma entrada, a sopa chinesa (polpa de maçã, purê de tomate, alho poró e frango) serviu bem de prato principal. O Rundvleesalade, que citei no Facebook, é uma espécia de salada, que combina legumes, carnes e um creme, entre outros temperos. Tinha ainda um patê de caranguejo, queijo com abacaxi.

 Para beber, um delicioso rosé Bordeneuve 2010.
Neste sábado (06), vamos conhecer o mercado e centro comercial da cidade onde Fernanda mora, Tilburg, que fica a 1h30 de Amsterdam..

Até breve!

Guia do Sabor no Cumbuco


Nesta sexta-feira (05), o Guia do Sabor traz uma matéria sobre alguns restaurantes que fui conhecer na praia do Cumbuco. Confesso que fiquei impressionada com a quantidade e variedade de opções para comer naquele lugar que ainda conserva a simplicidade de uma vila de pescadores. No entanto, estrangeiros - mais do que ninguém - perceberam o potencial da praia e investiram em restaurantes, pousadas, hotéis. Entre os lugares para comer, tem opções que vão do café da manhã, passam pelo lanche, almoço até chegar ao jantar. http://guiadosabor.verdesmares.com.br/materias/do-mundo-para-o-cumbuco


4 de agosto de 2011

Janaína e Jefferson Rueda

A noite da última quarta-feira (03) começou assim com este sorriso contagiante da Flávia Quaresma. Uma das pessoas que adoro acompanhar e inspiram a gastronomia brasileira. Fiquei muito feliz de encontrá-la depois de quase não conseguir entrevistá-la para o Guia do Sabor. 

Depois fui encontrar os amigos Ramires Meneses, Dri Martins, Filipe Palácio, Natália Lima e Ana Amélia no jantar preparado pelo casal Janaína e Jefferson Rueda. 
Janaína e Jefferson Rueda
Os amigos
Todos os pratos foram harmonizados com vinhos da Casa Valduga. Para começar, experimentamos um escabeche de peixe com uma saladinha, creme de maracujá e caviar harmonizado com Espumante 130 Brut.
Ainda de entrada, uma coxinha de sarapatel. Gente, achei super inusitado. Mas, estava muito bem executada e sarapatel não das coisas pelas quais morro de amores e desejos, mas dentro da massa sequinha (sem óleo), crocante, o recheio estava bem saboroso. Se fosse mais suculento, seria ainda melhor, mas isso nós resolvemos com o vinagrete.
A última entrada foi o creme de macaxeira branca com pedaços de lagosta (tão cozida que mais parecia peixe devido à consistência), carne de sol em cubinhos minúsculos, que faziam toda a diferença no sabor. Aliás, este foi o primeiro prato da noite que combinava ingredientes do mar e da terra. E apesar de não parecer muito apetitoso, estava maravilhoso e eu repetiria com certeza.
O primeiro prato principal foi um peixe ao vapor com cuscuz de porco. Diferente, né? Gente, como diria meu amigo e marido da linda Marília Camelo, João Prado, era "sensacionaal". Para mim, o melhor da noite. O peixe ainda vinha coberto com um mix de tomate e azeitonas muito bom. Este prato foi harmonizado, e muito bem, com Casa Valduga Gran Reserva Chardonnay 2010.
O segundo prato foi uma paleta de cordeiro ao forno com quirera de milho. A carne estava extremamente macia e desmanchava facilmente na boca. O sabor do cordeiro é marcante e o molho o acentuou. O vinho Casa Valduga Identidade Arinarnoa 2006 deixava o prato ainda melhor. Um pedaço de carne, um gole e assim por diante!
E se a gente não esperava muito de uma espuma de coco com baba de moça, imaginem a surpresa ao colocar a primeira colher na boca. Dava pra sentir os pedacinhos de coco no creme e essa casquinha por cima era um espetáculo. O espumante Casa Valduga Premium Moscatel encerrou a noite belamente.
Até breve!

Sabores por aí

Para quem não sabe ainda, nesta semana estarei viajando nos próximos dois meses pela Europa. A ideia é passear, comer e estudar culinária. Mas, eu não vou virar cozinheira, nem chef. Só quero aprender mais, conhecer melhor essa arte que tanto admiro. Para isso, vou fazer alguns cursos rápido na Le Cordon Bleu de Paris e na Escola do Alain Ducasse. Antes, passo pela Itália, Holanda, Inglaterra e Suíça. Sou rica? Nãooo! Vendi o carro pra fazer essa viagem e só Deus sabe como será quando eu voltar. E quer saber? Vou deixar só ele sabendo mesmo.

E o que isso tem a ver com vocês? Nesse período, vou postar no blog três vezes por semana e de onde eu estiver, ok? Continuem me acompanhando, comentando e divulgando o Sabores da Cidade. Em outubro, estarei de volta e a gente continua nosso passeio por aqui mesmo.

3 de agosto de 2011

Abertura Ao Vivo Fortaleza 2011

Começou nesta terça-feira (02), a 2ª edição do Prazeres da Mesa Ao Vivo em Fortaleza. O coquetel de abertura foi realizada em dois ambientes com decoração marcada por referências ao Ceará e estava tudo muito bonito. Entre os destaques da noite, este bolo  inspirado nas almofadas utilizadas pelas rendeiras cearenses. Era impressionante de tão perfeito. Eu nem teria coragem de comer.
Nesta quarta e quinta, das 14h às 18h30 serão realizadas as aulas com chefs convidados e locais. A partir das 19h, restaurantes locais participam do "Melhor das Cidades".

A partir das 20h, o Gran Marquise recebe os jantares nos restaurantes Mangostim e Mucuripe.

2º Prazeres da Mesa ao vivo Fortaleza
Hoje e amanhã, no Senac Centro - Av. Tristão Gonçalves, 1245.
Venda de ingressos: Shopping Del Paseo (10h às 22h) e SENAC Centro (08h às 18h). Valor: 1 dia - R$ 40,00 / 2 dias- R$ 60,00. Preços para alunos do SENAC: 1 dia - R$ 30,00 / 2 dias - R$ 50,00. Capacidade diária do evento: 1.200 pessoas. Jantares: Hotel Grand Marquise: R$ 170,00 por pessoa. Mais informações: (85) 3452.7005. Site: http://aovivo.prazeresdamesa.com.br/fortaleza/
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